quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

12 tendências da educação brasileira

Popularização de dispostivos em um ano e meio

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 1. Ambientes colaborativos

Em um ano ou menos, os especialistas creem que espaços online que visam facilitar a colaboração e o trabalho em grupo devem recorrentes na educação brasileira.

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 2. Jogos

A aprendizagem baseada em jogos tem tido sua eficácia comprovada em desenvolvimento cognitivo, colaboração, solução de problemas e pensamento crítico.

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 3. Celulares

Os smartphones devem fazer parte do aprendizado de maneira efetiva em até 1 ano ou menos. Eles são o ponto de convergência de muitas tecnologias e permitem o acesso a um volume muito grande de informações na palma da mão. 

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 4. Tablets

Como os celulares, os tablets possibilitam aulas dentro e fora da escola porque são facilmente transportados.

Uso dos softwares em 2 a 3 anos

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 5. Redes

O investimento em banda larga e o maior número de smartphones facilitam o acesso rápido, fácil e barato a todos os tipos de informação.

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 6. Geolocalização

Estas ferramentas, além de permitirem localizar objetos físicos, podem ser combinadas com dados sobre outros eventos, objetos ou pessoas. 

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 7. Aplicativos móveis

A nova indústria de desenvolvimento de softwares tem criado diversas possibilidades educacionais, com compartilhamento de descobertas em tempo real.

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 8. Conteúdo aberto

O conteúdo aberto e gratuito na internet dá acesso não apenas a informação, mas ajuda no aprendizado e desenvolvimento de habilidades.

Apropriação de softwares em 4 a 5 anos

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 9. Inteligência coletiva

A inteligência coletiva está relacionada com redes de conhecimento criadas cotidianamente, tirando o status de monopólio do aprendizado. 

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 10. Ambiente pessoal de aprendizagem

É uma lista pessoal criada para apoiar o aprendizado individual.

Tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017 – 12. Aplicações semânticas

Serão aplicativos que organizam informações de várias fontes e fazem associações entre elas, configurando resultados, normalmente de pesquisas, úteis para o usuário.

 Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.


O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.


O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.


O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.


A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções. 


O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos. 


A RESPONSABILIDADE  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.


A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.


A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma. 


Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Artigo

Como começamos a falar de monografia, achei um artigo interessante que envolve o tema do meu projeto de pesquisa.



Vale a pena ler!


Do Pré-projeto a Monografia!

Um fator importante na fase escolar e principalmente na faculdade é a elaboração do pré-projeto, que posteriormente será a  monografia de conclusão de curso. A monografia em questão acaba por deixar muitos estudantes atormentados, pois é um trabalho de pesquisa minucioso e que requer muita dedicação.

Por isso aproveito este espaço, para compartilhar com todos o tema que pretendo pesquisar. 
Hoje não podemos falar de educação sem deixar de relacionar os recursos tecnológicos que estão ao alcance de alunos e professores. Nesse sentido pretendo realizar meu projeto de pesquisa em torno desses dois temas Educação e Tecnologia!




Um pouco da minha trajetória escolar e profissional...

   A carreira docente é uma das únicas profissões onde o professor possui a capacidade de interferir diretamente na aprendizagem e no futuro de alguém. Por isso desde pequeno somos influenciados por estas pessoas que dedicam horas de seus dias na arte de ensinar e educar.    
     Muitos professores já passaram ou ainda vão passar em nossas vidas, mas há sempre aqueles que marcam, seja pelo jeito, pela maneira de ensinar ou até mesmo pelo olhar. Além desses professores ímpares, há também sempre algum familiar que nos incentiva a seguir a mesma profissão deles, ensinando sempre a ser alguém no futuro.
     Por essas lembranças boas da minha vivência escolar e familiar, é que optei por ser professora. Primeiramente escolhi a formação em educação física por sempre gostar de praticar esportes e admirar os atletas que sempre estão em busca de vitórias. Apesar dessa admiração, sempre gostei de outras especificidades da área da educação. Dessa forma, com o intuito de crescer profissionalmente e poder alcançar novos horizontes no âmbito educacional, decidi ingressar no curso Pedagogia.
   Nesse curso, pude conhecer outras realidades da escola, que até então a educação física ainda não havia me proporcionado. Essa nova realidade e visão são cada vez mais confirmadas através do estágio, que é uma experiência única e importante para quem deseja ser professor.
    Gosto e admiro cada vez mais a profissão que escolhi, porque cada ano que passa percebo o quanto aprendemos com as experiência e vivências de nossos alunos.

Trechos retirado do memorial que fiz para o curso de Pedagogia.
  

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ferramentas de apoio ao professor

Para ajudar os professores interessados nos novos recursos disponíveis pela web, o site Porvir organizou uma lista com ferramentas de apoio à prática da sala de aula. Confira algumas dessas ferramentas. 



Redu 


Para ter acesso a matéria completa e conhecer outras ferramentas disponíveis para os professores e suas respectivas funções acessem o link abaixo:


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Educação 3.0: estamos prontos?


"Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas, a transmissão do conhecimento vem se tornando um grande desafio para os professores"


O saudoso e visionário educador Paulo Freire, que nos deixou em 1997, já havia profetizado as transformações pelas quais a pedagogia passaria a partir da adoção de uma educação colaborativa: "Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo".

Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, a transmissão do conhecimento vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital e não contava com recursos de interação e colaboração capazes de conectar mestres, estudantes e a sociedade civil de uma forma geral, independente de formação, cultura ou nação onde vivem.

Com tantas ferramentas à disposição para aprender e compartilhar, a Geração Y está exigindo das escolas uma veloz revolução nas metodologias de ensino capazes de sedimentar uma estrada sólida para a Educação 3.0, termo que vem sendo amplamente disseminado por pensadores como o americano Jim Lengel, professor da Universidade de Nova York, que, entre outros fatores, define esta nova escola como uma instituição na qual "alunos e professores produzem em conjunto, empregam ferramentas apropriadas para a tarefa e aprendem a ser curiosos e criativos".

O termo Educação 3.0 foi usado pela primeira vez em 2007 pelo professor Derek Keats, da Universidade de Witwatersrand, de Joanesburgo (África do Sul), para definir o uso e o impacto na educação do aprendizado colaborativo e personalizado, a reutilização de conteúdos de aprendizado e o reconhecimento do aprendizado através de métodos formais ou informais.

O conceito também mobiliza uma comunidade on-line para líderes educacionais em todo mundo: a GETideas.org, criada pela Cisco Global Education, que enxerga a Educação 3.0 como uma visão holística e transformadora dos processos educacionais.
Um programa global pioneiro do British Council, batizado de Connecting Classrooms, é um excelente exemplo de como a educação do Século XXI pode derrubar fronteiras através do uso das tecnologias digitais. O projeto, que está abrindo inscrições para instituições educacionais de todo mundo, visa formar cidadãos com uma visão mais global acerca da realidade de outros países e, assim, prepará-los melhor para os desafios futuros.

Para isso, o projeto conecta e estimula a troca de experiências e conhecimento entre estudantes dos ensinos fundamental e médio dos quatro cantos do planeta através de um sistema de parceria entre as escolas. Todas as atividades são baseadas em eixos temáticos relacionados à cultura e sociedade locais e utilizam ferramentas digitais. A interação entre as escolas dos 51 países participantes, entre eles Brasil, Alemanha, China, Espanha, Índia, Líbano, Marrocos e Nigéria, é feita a partir de uma plataforma tecnológica própria e o idioma oficial para compartilhar as tarefas é o inglês.

Preparar os estudantes desta nova geração para o mercado de trabalho irá exigir - e já está exigindo - uma nova postura dos educadores orientada para a Sociedade do Conhecimento, que, entre outros princípios: busca desenvolver alunos engajados, motivados e prontos para enfrentar os desafios de hoje e do futuro; enxerga o aprendizado como uma ação continuada, que não se restringe às oportunidades apresentadas pelo professor; acredita que o aprendizado é para todos e ninguém deve ser excluído; reconhece que as pessoas aprendem de forma diferente; e provê uma infraestrutura necessária para o aprendizado, que ainda é físico, mas cada vez mais virtual.

Repensar os modelos pedagógicos e o tradicional formato das salas de aula, onde o professor era o único detentor do conhecimento, é tão urgente quanto simplesmente investir na implementação das tecnologias digitais. É preciso, antes de mais nada, preparar nossos professores para lidar com esta nova geração, que hoje já não precisa mais ir às bibliotecas ou carregar livros pesados para ter acesso à novas informações.

Nesta nova realidade pedagógica, o professor não somente ensina, mas, principalmente, aprende. Ele deve estar pronto para lidar com alunos cada vez mais conectados e informados e que, muito mais do que mestres, querem encontrar mentores capazes de facilitar o processo de aprendizado e aptos a direcioná-los para solução de problemas que irão enfrentar para construir uma sociedade melhor. 

A evolução da Sociedade do Conhecimento nos leva a uma outra citação de Paulo Freire: "Ninguém ignora tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre". Anote aí e boas aulas!


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Você está pronto para utilizar a tecnologia na Educação?

Na edição de Julho desse ano, saiu na revista Nova Escola um teste super legal sobre o uso das tecnologias na educação! 


Os computadores e ferramentas como a internet estão cada vez mais presentes nos processos de ensino e de aprendizagem. O teste a seguir ajuda você a avaliar se já está integrado a esta onda de novidades


domingo, 21 de outubro de 2012

Os desafios do novo professor

Pessoal vejam esse artigo que saiu no site da ANDI, onde o secretário de Educação de Santa Catarina fala dos desafios do novo professor.

Eduardo Deschamps afirma que poucas profissões passam pelas transformações que o magistério vem enfrentando. “O professor, que frente à tecnologia pode ser classificado como um imigrante digital em comparação à nova geração de alunos, que podem ser classificados como nativos digitais, vive a necessidade de transformar sua forma de atuar. As características dos novos alunos exigem que o professor atue como um mediador de conhecimento e do uso da tecnologia para desenvolver habilidades que permitam aos estudantes serem inovadores, éticos, equilibrados emocionalmente e com conhecimentos que levem a seu sucesso profissional e, principalmente, se tornem seres humanos que façam a diferença no mundo”, conclui.

E você professor, ou que estuda para ser um, se considera um imigrante ou um nativo digital?

Deixem seus comentários!

SEJAM TODOS BEM-VINDOS AO BLOG!

Esse Blog foi criado com o objetivo de partilhar e trocar informações a respeito de temas que estão presentes diariamente em nossa vidas. Hoje não podemos falar de educação sem considerar os recursos tecnológicos presentes no ambiente escolar.

Essa será a nossa sala de aula, por isso não deixem de postar opiniões e sugestões a respeito destes temas!

Conto com a participação de todos...

Abraços Manoela